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Editorial
Tudo começou assim...

Este “Divul Retrospectiva” vem oferecer esclarecimentos e informações a todos os associa-dos e “freqüentadores contribuin-tes” da ASBAC São Paulo. Objeti-va colocar-nos a par das ques-tões formuladas mas nem sempre respondidas.

O grupo de conselheiros eleitos em 2003, para compor o Conselho de Administração, escolheu Carlos Alberto de Amorim Revoredo, servidor aposentado, como diretor Presidente da Diretoria Executiva. Ele formou sua diretoria com base nas inclinações pessoais demonstradas pelos membros. Como diretora Administrativa, Elaine Margarete L. P. Alves, da SECRE/SUREL (atual DESUC); diretora de Patrimônio, Maria de Fátima de C. P. Cavalcante, da ADSPA/COMAT-I; diretor Financeiro, Sérgio H. Eiti Watanabe, (DESUP). E convidou Luiz Tadeu Florentino, da SECRE/SUREL, para a diretoria Sócio-Cultural.

As primeiras iniciativas da Diretoria, ao tomar posse, em 4 de janeiro de 2004, visaram estabelecer linhas de atuação, norteadas pelas propostas alinhavadas no folder de campanha. Ficou estabelecido que cada diretoria teria independência para planejar e atuar, e foram distribuídas competências e responsa-bilidades aos diretores, obedecidas as regras estatutárias existentes.

Ainda em dezembro de 2003, antes do início da gestão, ocorreu a primeira definição consensual. Foi definido que os primeiros três meses seriam direcionados apenas para diagnóstico e mapeamento das condições da Associação, sem iniciativas de reformulação.

Naqueles momentos iniciais, Cristiana Kunika Nakazawa, presidente do Conselho de Admi-nistração e Mitie Hassunuma, vice-presidente, apesar de não fazerem parte da Diretoria Executiva, sempre deram sua contribuição.

  O susto inicial, em 2004, transformou-se em
controle, planejamento e criatividade

Afora as intenções de realização, os meses iniciais de avaliação desvelaram uma ASBAC desestimulante para os dirigentes, ávidos para trabalhar, o que levou a redirecionamento de objetivos. Após a constatação do estado falimentar da Associação, a atuação voltou-se para reestabele-cer o equilíbrio financeiro e realizar eventos lembrados como bem sucedidos: torneios de futebol e festas tradicionais (Junina e de Fim de Ano).

A diretoria de Patrimônio, com Maria de Fátima, realizou o inventário com a apresentação de relatório sobre o estado de conservação dos bens. Na ocasião, foi constatado elevado nível de degradação dos bens móveis vindos de Campos do Jordão, amontoados nas dependências do Clube (casarão e recanto infantil). Aquilatar a real situação patrimonial da ASBAC era tarefa maior do que a que poderia ser feita ao nível de diretoria. Em face disso, a diretoria de Patrimônio foi desativada no mesmo ano.

A diretoria Administrativa revezou conselheiros à sua frente. Começou com a diretora Elaine Pitta, substituída pela Mitie Hassunuma. Elas enfrentaram dificuldades para modificar o quadro de funcionários e reduzir as despesas administrativas, mas lograram melhorar o nível de atuação dos funcionários.


torneio de tênis movimentou o clube


festa de fim de ano - dezembro/2004

 

A diretoria Financeira, inicialmente com Sérgio Watanabe, afastado por motivo pessoal, passou para Elaine Pitta Alves. Algumas dificuldades ligadas a controles inadequados, a registros imprecisos e à dinâmica adotada pela diretoria anterior em relação à empresa de contabilidade contratada acarretaram atrasos na execução de diversos balancetes.

A diretoria Sócio-Cultural, com Luiz Tadeu, adequou sua proposta de atividades à realidade dos recursos existentes. Priorizou a realização e melhora do nível das festas tradicionais e acréscimo de eventos sociais aos torneios esportivos. Em novembro de 2004, com a contratação de estagiária da ECA/USP, Lívia S. Souza, iniciou-se o trabalho de alteração da identidade visual da ASBAC e a informatização do acervo da Biblioteca.

A presidência manteve as atividades sob o foco do custo mínimo, embora sem promover choques de redução, e iniciou pequena substituição de mão-de-obra, especialmente no Clube, com adequação de salários. Ficou confirmado que a folha de salários, da forma como funcionava, era o principal fator de déficit, pois as contribuições estão congeladas a R$50,00/associado e os valores de remuneração dos funcionários são ajustados anualmente, desde 1997.

No geral, houve certa evolução, algumas metas foram plenamente atingidas e outras em andamento.

 
Cristiana atuando na área de informática e Mitie dedicando-se a organizar a Lanchonete da Av. Paulista, para melhorar a qualidade dos produtos a serem oferecidos aos associados.

Para facilitar o diagnóstico pretendido, em fevereiro de 2004, a pedido da Diretoria, a Comunicação Social do Banco Central em São Paulo realizou pesquisa junto ao quadro de associados, que abrangeu parcela dos não associados, para que houvesse conhecimento das necessidades manifestadas pelo quadro de servidores, principal público-alvo.

Havia três grandes questões para serem resolvidas e compreendidas: as colônias de Indaiá e Campos do Jordão, o Clube de Guarapiranga e a sede administrativa (Av. Paulista). Em todos esses locais existiam questões trabalhistas e desafios jurídicos ao bom funcionamento da ASBAC, além da administração cotidiana.

Esperamos que nas páginas deste informativo tudo se torne mais claro e aproveitamos para agradecer todo o apoio recebido.

A Diretoria.

 
   
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